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Minerais fundamentais para sua saúde

Você sabe o que são minerais e de que forma contribuem para a saúde?

Minerais são micronutrientes fundamentais para o bom funcionamento do organismo e possuem diversas funções: ação antioxidante, fortalecimento do sistema imunológico, formação dos ossos, atuação nas funções cerebrais, entre outras. Conheça os minerais presentes na alimentação e entenda os benefícios oferecidos por cada um deles:

– Cálcio: fica concentrado nos ossos e dentes, contribuindo para a prevenção da osteoporose e desenvolvimento ósseo. É o mineral mais abundante no organismo. Onde encontrar? No leite e derivados.

– Ferro: contribui em diversas funções do organismo, como otimização da memória, atenção e aprendizagem; no transporte de oxigênio e na prevenção de infecções. Está presente principalmente no sangue. Onde encontrar? No bife de fígado.

– Potássio: está relacionado ao metabolismo das proteínas e carboidratos. Possui ação reguladora dos líquidos corporais. Onde encontrar? Na banana.

– Cobre: fundamental para um crescimento e reprodução saudáveis. Atua no organismo para que o ferro seja incorporado na hemoglobina, além de auxiliar no aproveitamento da vitamina C. Onde encontrar? Nos peixes e ostras.

– Zinco: participa na divisão celular, nos processos de crescimento e desenvolvimento e na transmissão dos impulsos nervosos, dentre outras funções. Onde encontrar? Na carne bovina e no feijão.

– Selênio: possui ação antioxidante, atuando no combate aos radicais livres. Onde encontrar? Nas oleaginosas, como nozes e castanhas.

– Magnésio: atua em praticamente todos os processos do organismo, tais como: manutenção da função dos nervos, músculos e ritmo cardíaco estável; além de oferecer boa resistência óssea e desenvolver o metabolismo energético. Onde encontrar? Cereais integrais e leguminosas como a ervilha.

E lembre-se, assim como os demais nutrientes necessários ao bom funcionamento do organismo, a carência de minerais causa diversas deficiências como anemias, baixas no sistema imunológico e comprometimento das funções cognitivas, tal qual a memória e o aprendizado.

Overtraining: saiba a hora de aliviar

Exercícios físicos fazem um bem danado à saúde, isso não podemos negar. Porém, tudo que é demais prejudica. Nossa vida deve ser pautada pelo equilíbrio. Estes são alguns lembretes para iniciarmos o post de hoje, que trata de uma condição prejudicial ao organismo: trata-se do overtraining.

O overtraining pode ser definido como o excesso de exercício físico, ou seja, uma carga além da capacidade à qual nosso corpo está habilitado a suportar de maneira saudável e segura. Essa condição, caracterizada pelo excesso de atividade física, ocorre quando o organismo não consegue se recuperar dos treinos e acaba emitindo sinais de que algo não vai bem.

Além de impedir o crescimento muscular e causar a perda de músculos, o overtraining pode trazer sintomas prejudiciais à saúde, como dores de cabeça, cansaço intenso, irritabilidade, ansiedade, insônia, resfriados frequentes e até mesmo, falta de vontade de malhar. Para evitar os malefícios do exercícios excessivo, procure seguir essas dicas:

– Pratique exercícios cinco vezes por semana, no máximo.

– Uma hora de exercício diário é o suficiente.

– Respeite o período de descanso do seu corpo e espere pelo menos 24 horas antes de iniciar um novo treino.

– Varie os tipos de atividades físicas, mescle exercícios aeróbios e anaeróbios.

– Controle a frequência cardíaca, mantendo os batimentos conforme sua idade, peso e condicionamento físico.

– Fuja das dietas radicais e mantenha uma alimentação equilibrada.

Portanto, nada de excessos, hein? Equilíbrio é fundamental.

Atenção ao Óleo de Coco

Nos últimos meses o óleo de coco virou atração, tornando-se uma das substâncias mais comentadas. Porém, é preciso cautela em relação ao uso, pois nem tudo é o que parece ser.

A primeira coisa que você precisa saber é que o óleo de coco é uma gordura do bem, de origem vegetal. Portanto, mais saudável do que a gordura animal. A segunda, é que o óleo de coco se divide em dois tipos:

– Óleo de Coco Virgem: obtido através de processos físicos, a partir do coco fresco e úmido, que depois passa por um processo de prensagem e filtração

– Óleo de Coco Refinado: obtido através do coco seco, que não mantém as propriedades benéficas.

O óleo de coco virgem é uma alternativa à outras gorduras, como o azeite e a manteiga. E também, uma boa opção para cozinhar, pois não altera o sabor dos alimentos. Portanto, pode ser utilizado em substituição ao óleo de soja, girassol ou canola. Use também no tempero de saladas

Conforme a Nutricionista da Seven Boys, Jeanne Gamboa, o óleo de coco é saudável e pode fazer parte de uma dieta equilibrada. Mas consuma com moderação, pois ele é rico em gordura saturada.

Agora, se a sua dúvida se encontra em relação ao efeito do óleo de coco no processo de emagrecimento, esqueça. Não existem evidências científicas suficientes que comprovem a atuação da substância na perda de peso ou redução da circunferência abdominal.

E por fim, prefira consumir o óleo de coco virgem, pois ele possui os benefícios nutricionais e potencializa a absorção dos nutrientes no organismo. E consumo até 4 colheres (sopa) por dia.

Trigo é saúde

O pãozinho nosso de cada dia não seria essa delícia que é, se o trigo faltasse. Apesar de alguns temerem o trigo por ser fonte de carboidrato e associarem essa equação ao ganho de peso, essa não é a verdade absoluta. É preciso entender que porções de carboidrato ao longo do dia são fundamentais para o bom funcionamento do organismo. E o pão, é uma excelente opção para a inclusão do carboidrato na dieta.

Para que o pão seja fabricado precisamos da farinha de trigo, obtida através da moagem do grão de trigo, que por sua vez, é dividido em três partes:

– Farelo: a estrutura que envolve a semente. Em função de várias descobertas em relação ao seu potencial nutritivo, o farelo de trigo vem sendo utilizado na produção de variados produtos. Possui quantidades significativas de fibras, zinco, potássio e vitaminas do complexo B.

– Gérmen: localizado na parte interna do grão. Também possui alto valor nutritivo, sendo utilizado com um tipo de farinha ou em forma de suplemento nutricional.

– Endosperma: localizado entre o farelo e o gérmen, ou seja, na parte intermediária do grão. Podemos dizer que o endosperma é a matéria-prima da farinha, que por sua vez é enriquecida com ferro e ácido fólico a fim de auxiliar no desenvolvimento do bebê durante a gestação. Outra propriedade muito importante da farinha é sua fonte de amido, substância que fornece energia ao organismo.

Já a farinha de trigo, no Brasil, pode ser classificada como:

– Farinha comum: possui menor teor de glúten. Muito utilizada principalmente na preparação de pães, bolos e biscoitos

– Semolina: possui maior teor de glúten. Utilizada para na produção de massas.

– Farinha especial: possui uma quantidade adequada de glúten (proteína do trigo). Utilizada na produção de pães.

– Farinha integral: é resultado da moagem do grão de trigo inteiro. Sua utilização se dá na produção dos pães integrais, famosos por seu alto teor de fibras.

O trigo vem sendo um cereal base na alimentação dos povos,ao longo dos anos, pois além de agregar diversos benefícios ao organismo, como energia e bem-estar, também oferece nutrientes como vitaminas, minerais e fibras. Portanto, não deixe de incluir o trigo em sua dieta, pois ele é sinônimo de saúde.

Alimentos Brancos, aliados da sua saúde

Todos sabemos que um prato bem colorido é a chave de uma alimentação equilibrada, que irá garantir o aporte de nutrientes necessários para o bom funcionamento do nosso corpo. Mas não se esqueça, que quando falamos de cores na refeição, além do vermelho, verde, amarelo e laranja, também devemos incluir os alimentos de cor branca. As frutas e hortaliças de coloração esbranquiçada, são fortes aliadas do coração e defesa do organismo. As propriedades encontradas nestes alimentos são capazes de contribuir para a redução do risco de desenvolvimento de doenças cardíacas, além de  auxiliar na prevenção do acidente cardiovascular cerebral (AVC). A flavina, por exemplo, uma das substâncias responsáveis pela coloração branca, favorece a renovação das células e também auxilia no controle dos níveis de glicose e triglicérides.

Outros nutrientes também encontrados nos alimentos de polpa branca são as fibras, que contribuem para a regulação e ativação do trânsito intestinal, além de promover a sensação de saciedade. Os minerais como cálcio, potássio e magnésio favorecem o trabalho regular do coração. Os flavonoides são substâncias antioxidantes que atuam no combate aos radicais livres.

Veja algumas sugestões de consumo e suas propriedades nutritivas:

– Maça: rica em pectina, uma substância que auxilia na eliminação de toxinas e contribui para a diminuição do colesterol.

– Pera: rica em fibras, que auxiliam na digestão. Além de oferecer efeito diurético.

– Couve-Flor: possui boa quantidade de fibras e ajuda a baixar a pressão arterial.

– Cebola: o ideal é que seja consumida crua, a fim de reduzir a pressão arterial e proporcionar ação anti-inflamatória.